N° 83, janeiro/fevereiro, 2024
Organizar a luta popular em 2024!
jornal em PDF
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terça-feira, 16 de janeiro de 2024
O PODER POPULAR: Edição LXXXIII
domingo, 26 de fevereiro de 2023
Não tem teto de gastos na China
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quarta-feira, 30 de novembro de 2022
Nome aos bois: a burguesia do agro
Repórter Brasil
Levantamento inédito analisa 10 pecuaristas que estão entre os maiores
do país: apenas um deles não tem problemas ambientais e trabalhistas.
Link da matéria
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segunda-feira, 4 de outubro de 2021
China: capitalismo de estado ou socialismo de mercado?
TV Boitempo
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sexta-feira, 30 de abril de 2021
quarta-feira, 28 de abril de 2021
Poemas sobre a classe operária: Haikai proletário CCCX
Haikai proletário CCCX
Paulo Ayres
Que dó do burguês nas crises
É preciso cortar na carne
Operário e cicatrizes
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domingo, 25 de abril de 2021
Trabalho e sujeito revolucionário no debate contemporâneo
O curso Trabalho e sujeito revolucionário no debate contemporâneo foi disponibilizado por Efrain Macial e Silva, que editou as aulas em nove partes. Aqui estão a Parte 8 e a Parte 9, onde, por fim, emerge a análise das classes sociais no modo de produção capitalista e, junto a isso, a questão do operariado no mundo contemporâneo.
por Sergio Lessa
UFRN/2006
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quinta-feira, 22 de abril de 2021
Poemas sobre a classe operária: Exploração, Palavra Maldita
Exploração, palavra maldita
Paulo Ayres
Lemos várias coisas no jornal liberal
Inflação, futebol, congresso e dengue
Sempre alguém reclama de corrupção
E ninguém fala da raiz do perrengue
Todo burguês gosta de jogar conversa fora
Mas experimenta tocar na ferida, faz favor
Se xingado de mil nomes ele não se apavora,
Experimenta chamá-lo de agente explorador
Exploração: seja escrava, servil ou assalariada
Podemos esquecê-la e ficar falando dos efeitos
Porém sempre que nos sufocar essa vida errada,
Pensaremos se é possível viver de outro jeito
Palavrinha ausente na mídia e no senso comum
No fundo, todo mundo sente e percebe o que é
Quando o operário entende o motivo do jejum
Esse termo entra no vocabulário durante o café
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quarta-feira, 14 de abril de 2021
Cenas sobre a classe operária: Um Golden Ticket para Veruca Salt
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sexta-feira, 2 de agosto de 2019
Poemas sobre a classe operária: Acordo e Aperto
Acordo e aperto
Paulo Ayres
As mãos que apertam o parafuso
as mãos que contam a fortuna
não são idênticas.
Os dedos que apontam de lá
os pés que sabem onde apertam
juntos e paralelos.
O acordo dos patrões aperta quem não está perto
e já que a corda arrebenta do lado de cá,
os parafusos espanam.
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Um governo que semeia a morte dos trabalhadores
Depois de tentar colocar em dúvida mais um assassinato cometido contra indígenas que lutam por seu direito de viver com dignidade e de acordo com sua cultura na terra em que habitam, depois de comemorar o assassinato de um jovem trabalhador morto nos porões da ditadura militar, Bolsonaro anuncia a essência de seu projeto: acabar com todas as regras, leis e normas que impeçam o Capital de aumentar ainda mais a exploração e a carnificina contra a classe trabalhadora.
O presidente imbecil funcional e servil aos interesses da burguesia, tenta com suas declarações esconder a essência de seu projeto, que é combater a luta dos trabalhadores contra as consequências de uma sociedade dividida em classes. A fala de Bolsonaro na terça-feira dia 30/07, em que diz que a luta de classes é mais do que ser homo ou hetero, nordestino ou sulino, branco ou preto, tenta camuflar o que de fato é a luta de classes que escancara a existência de uma parcela muito pequena da sociedade que se farta com a riqueza produzida através da exploração e da miséria da maioria dos seres humanos.
A essência da fala de Bolsonaro está em tentar ressignificar o que é de fato a luta de classes. Com o discurso hipócrita que é muito difícil ser patrão no Brasil, o governo quer acabar de vez com qualquer norma, lei e regra que impeça os patrões de ampliar o ataque contra os trabalhadores em seus direitos e suas vidas.
Bolsonaro tenta acabar com as fiscalizações das condições de trabalho no campo e na cidade, através de grandes alterações nas Normas Regulamentadoras (NR’S) que tratam sobre segurança e saúde nos locais de trabalho. Para ele, trabalhadores rurais não têm direito nem à banheiro, se tiverem que suprir suas necessidades fisiológicas, que as façam no mato. Para ele, os trabalhadores que trabalham submetidos às duras condições de trabalho nas fábricas tendo sugada sua saúde e vida não têm do que reclamar. Para esse governo, quem tem que reclamar são os patrões, que são obrigados a pagar multas, indenizações ou entregar suas propriedades por terem submetido a dignidade dos trabalhadores aos seus interesses, por terem submetidos a saúde e vida de seres humanos à sua ganância por mais lucros.
As alterações que o governo quer fazer nas Normas Regulamentadoras que tratam sobre segurança e saúde do trabalho vão desde liberar a abertura de empresas sem fiscalização, passando pela alteração das normas de segurança em máquinas e equipamentos até o fim da punição a empresários que impõem trabalho análogo a escravidão.
Na semana em que escancarou ainda mais o ser repugnante que é, Bolsonaro, além de substituir a maioria dos membros da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos e saudar a ditadura militar, afirmou que quer legalizar o garimpo e negligenciar o assassinado de indígenas. Esse governo atenta contra os direitos e vida dos trabalhadores ao tentar acabar com o pouco que resta de fiscalização dos ambientes de trabalho e, se torna mais do que cúmplice: convivente com a carnificina contra a vida dos trabalhadores provocadas pelas condições de trabalho imposta pelo Capital.
quinta-feira, 9 de maio de 2019
Poemas sobre a classe operária: O Operariado de Porto dos Milagres
O operariado de Porto dos Milagres
Paulo Ayres
O pescador tem novo senhor
Joga rede de assalariamento
Um coronel tão conspirador
Faz desse litoral um lamento
O bem do mar não é mágico
Trágico seria esperar Iemanjá
Não guiará nem como cigana
Nessa rede em rédea curta
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quinta-feira, 18 de abril de 2019
Poemas sobre a classe operária: Ofensiva Feroz
Ofensiva feroz
Paulo Ayres
Ofensiva feroz do capital
faço bem, colho mal.
Mal coloco o pé na faixa e o mercado acelera
já era
morro nos desmontes.
Mal lembro quem sou e a fábrica me desmonta
quimera
morro acelerado.
Além de morrer em vida
minha ferida não cicatrizará
não me aposentarei.
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terça-feira, 16 de abril de 2019
Poemas sobre a classe operária: Haikai Proletário DCLXX
Haikai proletário DCLXX
Paulo Ayres
Imposto em bens de consumo
Operário retoma e perde
Via sem resumo
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quarta-feira, 10 de abril de 2019
Poemas sobre a classe operária: O Operariado de Serro Azul
O operariado de Serro Azul
Paulo Ayres
Fonte de casa milagre não faz
Para reformar um casarão inteiro
Só a força de trabalho é capaz
Contrata a magia dos pedreiros
Entre capitalistas sedentos
e comportamento de seita,
Aceita ou surta na seca
como a primeira-dama.
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quarta-feira, 27 de março de 2019
Poemas sobre a classe operária: Haikai Proletário DCLIII
Haikai proletário DCLIII
Paulo Ayres
Do plantio feito na fazenda
O patrão se diz o autor
E saci não é lenda
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domingo, 3 de março de 2019
Poemas sobre a classe operária: Haikai Proletário DCXXXIV
Haikai proletário DCXXXIV
Paulo Ayres
É clichê falar da concentração
Lembremos dos produtores
Alicerce do patrão
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
Poemas sobre a classe operária: Haikai Proletário DCXXXI
Haikai proletário DCXXXI
Paulo Ayres
Batizou as migalhas do operário
O burguês viu que era bom
Chamou de salário
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
Poemas sobre classe operária: Quem Não Planta Colhe Lucro
Quem não planta colhe lucro
Paulo Ayres
Teve um período da minha vida
que eu acreditava em final feliz
sempre fui uma mulher sofrida
minhas mãos são pura cicatriz
Eita, colheita maldita!
Sou plantação que colhe plantação
É tudo tão absurdo e ninguém se espanta
Quem não planta colhe
Quem não planta colhe lucro
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
Poemas sobre a classe operária: Haikai Proletário DCXXI
Haikai proletário DCXXI
Paulo Ayres
A Vale só enxerga cifrão
Prejuízos de capacete
Lodo de alienação
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