Haikai proletário DLIX
Paulo Ayres
O umbigo niilista sem amor
Só não congela na frieza
Operário dá calor
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domingo, 15 de julho de 2018
domingo, 23 de outubro de 2016
Poemas sobre a classe operária: Indústria Vital
Indústria vital
Paulo Ayres
Em todos esses anos,
Assistindo os curtas do Woody,
Como é que eu pude
Não perceber a diferença entre voz e energia?
Em todos esses anos,
Ligando o chuveiro na água quente,
Como é que não ficou aparente
O trio geração, transmissão e distribuição?
Em todos esses anos,
Esperando o liquidificador se calar
Como é que pode sincronizar
Oferta e demanda, produção e consumo?
Em todos esses anos,
Trabalhando nessa indústria de energia
Operários e serviçários em sinergia
Smedley só sabe contar até o terceiro dado
Operários e serviçários em sinergia
Smedley só sabe contar até o terceiro dado
Isso nunca aconteceu comigo antes
É a primeira vez que isto me acontece
Em todos esses anos,
A indústria vital não é a telefonia
Voz não é bem, bem é energia
O poste sabe qual é qual nas suas veias
Isso nunca aconteceu comigo antes
É a primeira vez que isto me acontece
Mas, com fio terra, não há apagão
A indústria vital não é a telefonia
Voz não é bem, bem é energia
O poste sabe qual é qual nas suas veias
Isso nunca aconteceu comigo antes
É a primeira vez que isto me acontece
Mas, com fio terra, não há apagão
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quarta-feira, 22 de junho de 2016
Poemas sobre a classe operária: Haikai Proletário LIV
Haikai proletário LIV
Paulo Ayres
Em hebraico, faça-se a luz!
Operários são os deuses
A hidrelétrica traduz
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quarta-feira, 30 de março de 2016
Poemas sobre a classe operária: Haikai Proletário IX
Haikai proletário IX
Paulo Ayres
No fio elétrico não encoste
Operários nos afastam
Fazem os postes
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